Repositório do Conhecimento Institucional do Centro Universitário FEI
 

Programa de Pós-Graduação de Mestrado e Doutorado em Administração

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    Dissertação
    Modelo da Licença Social para Operar: mensuração de fatores críticos da aceitação social da mineração no contexto brasileiro
    (2020) Pimenta, A. A. F.
    A Licença Social para Operar (LSO) tem sido apontada como um dos principais riscos para o negócio da mineração e é tema crescente de publicações acadêmicas nos últimos anos. Estudos quantitativos têm sido feitos com o intuito de modelar e mensurar os elementos críticos da LSO, porém poucas dessas pesquisas foram realizadas em países em desenvolvimento. O objetivo desta pesquisa é propor um modelo de mensuração de fatores críticos da Aceitação Social para avaliar o nível de LSO em uma operação de mineração no Brasil. O presente estudo desenvolveu um modelo de mensuração de Aceitação Social, considerando os principais constructos utilizados pela literatura sobre o tema. O questionário foi adaptado ao contexto brasileiro da mineração e aplicado junto a algumas comunidades do município de Parauapebas/PA, onde se encontra uma das maiores reservas minerárias do mundo. O modelo foi então avaliado e testado pela Modelagem de Equações Estruturais e os resultados confirmaram que os fatores Justiça Processual, Justiça Distributiva, Relacionamento e Proteção Ambiental afetam a Confiança, que por sua vez tem relação positiva com a Aceitação Social da mineradora no cenário brasileiro. Proteção Ambiental que foi incluído em função do território estar localizado em região Amazônica e por conta das recentes catástrofes ambientais envolvendo a mineração no Brasil, se mostrou de fato, como a variável independente com maior significância no modelo. Esse resultado destaca a importância de as empresas de mineração aprimorarem suas questões ambientais, para o estabelecimento de uma relação de confiança e para a construção da aceitação junto a comunidade
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    Dissertação
    O papel da confiança e do controle nas relações inter-organizacionais colaborativas: um estudo de contexto na estrutura organizacional
    (2009) Hoelz, J. C.
    Esta dissertação representa uma proposta de trabalho que tem por objetivo aprofundar o esforço teórico de estabelecer relações entre "controle" e "confiança" por meio de um estudo de caso onde as relações inter-organizacionais de controle e confiança estejam contextualizados organizacionalmente. Em outras palavras ela procura responder ao seguinte problema: Como os mecanismos de sustentação da confiança e do controle se relacionam e são explicados em uma perspectiva mais subjetiva, no âmbito da construção das relações sociais no escopo de uma estrutura organizacional? Com o objetivo de responder a essa questão a estratégia de pesquisa selecionada é mista (CRESWELL, 1987), de natureza exploratória e está baseada no pressuposto qualitativo de construção de significados segundo a perspectiva da pesquisa etnometodológica, ou seja, parte-se do pressuposto que os significados múltiplos das experiências individuais são construídos e reconstruídos por meio da prática no dia-a-dia pelos atores sociais em interação (COULON, 2005), com ênfase na relação controle/confiança, complementarmente foi realizada a análise da rede social da organização, por meio do estudo do sociograma resultante do mapeamento das relações interpessoais desenvolvidas pelo grupo estudado, partindo-se do pressuposto que as relações sociais são a base da dinâmica de funcionamento de qualquer interação humana, seja no contexto de trabalho seja em um ambiente social (MOSCOVICI, 1998). Concluindo esse estudo a análise dos dados foi bem sucedida em explicar como, de uma maneira mais subjetiva, os mecanismos de sustentação de confiança e do controle se relacionam e são explicados no âmbito da construção das relações sociais no escopo de uma estrutura organizacional. A análise dos dados encontrou muito indícios que reforçam a idéia que em sua dimensão mais subjetiva a confiança e o controle estão intrinsecamente ligados, e ainda, que as fronteiras existem na medida em que os indivíduos que ocupam essas posições experimentam, realizam, refletem e reconsideram o binômio confiança e controle, passando assim, também, a reconstruir as fronteiras organizacionais, sua permeabilidade e significância para os envolvidos