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Title: A visão relacional e o capital social:os relacionamentos na indústria farmacêutica como elemento de vantagem competitiva
Authors: Dias, O. M.
Advisor: Peters Filho, T. A.
Issue Date: 2010
Abstract: O objetivo deste trabalho é examinar a indústria farmacêutica brasileira e o perfil dos seus gestores para verificar se os componentes da visão relacional (DYER e SINGH, 1998) apontados como fontes de vantagem competitiva, permeiam as organizações. Conjuntamente, investigar se a formação deste capital social da organização (BURT, 1992) está também associada à capacidade dos gestores em construir relacionamentos com os quais podem criar, modificar e estender a sua base de recursos (TEECE et al., 2007), analisando a relação entre capital social dos gestores e o capital social da organização. A indústria farmacêutica foi escolhida por representar o estado da arte nos campos da pesquisa de novos produtos, pelo seu volume abundante de recursos e por representar um tradicional oligopólio, o que deve se refletir na forma como constrói os seus relacionamentos com os gestores, parceiros comerciais, o Estado, seus clientes e consumidores. Para investigar se a visão relacional e o capital social compõem o diferencial competitivo apresentado por estas organizações, foi aplicada uma pesquisa exploratória em cinco laboratórios, alcançando vinte respondentes, com o objetivo de verificar especificamente se os princípios da visão relacional são adotados pelas organizações e se há alguma ligação entre a geração do capital social da organização e dos gestores. Os resultados obtidos apontam para a não utilização de tal estratégia, bem como do baixo nível de aproveitamento dos possíveis recursos acessíveis através da identificação, captação e manutenção das vantagens advindas das redes de relacionamento dos gestores da organização
This work aims to examine the pharmaceutical industry in Brazil and the profile of their managers to verify if the components of relational view (DYER and SINGH, 1998) pointed as source of competitive advantage, are embedded in the whole orgaanization. At the same time, it was verified whether the formation of social capital (BURT, 1992) is also associated with business strategy related to organizations managers' skill to build relationships which may create, modify and extend its resources base (TEECE et al. 2007), analyzing the relationship between managers' social capital and organizations. The pharmaceutical industry was chosen in order to represent the state of the art in terms of advances in the field of research and development of new products, it adduces an abundant amount of resources and being an oligopolistic sector of the economy, which should be reflected in their business strategy and the way it's built relationships with managers, business partners, the State and so on. To verify if the relational view and social capital afford the competitive advantage adopted by these organizations, it has been applied to an exploratory research, covering five laboratories and twenty respondents, in order to specifically check whether the principles of the relational view is adopted by the organizations and if there is any relationship between the expansion of the social capital of the organization and its managers' social capital. Results from the research point out to no usage of this kind of strategy by organizations, as well as the low level of absorptive capacity of this potential advantages, available through the identification, acquisition and maintenance of the resouces generated by managers' social networks
Keywords: Estrutura social-
Publisher: Centro Universitário Fei, São Paulo
URI: https://repositorio.fei.edu.br/handle/FEI/388
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